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sábado, 27 de agosto de 2016

CASO BARILOCHE COMPLETA 21 ANOS


. Um dos mais importantes casos ufológicos da aviação Argentina, completou no passado dia 31 de Julho, 21 anos. Em 31 de Julho de 1995, um Boeing 727 da Aerolíneas Argentinas, fazia o voo 674, quando se envolveu num impressionante avistamento ufológico do qual também foi testemunha a tripulação de um Piper Cheyenne da Gendarmeria Argentina.
O voo comercial era comandado por Jorge Polanco, que por volta das 20:00h estava a fazer a aproximação final no Aeroporto de Bariloche, quando surgiu um objecto luminoso a princípio pálido, mas que rapidamente aumentou a sua velocidade, colocando-se imediatamente á frente do Boeing.
O piloto chamou com urgência a torre de controle, que surpreendentemente comunicou que não captava qualquer objecto nas proximidades. O OVNI acompanhou o Boeing por 17 minutos, período em que foi também observado pelos tripulantes do Chyenne da Gendarmeria. Um dos factos mais estarrecedores do caso é que Bariloche sofreu um blackout, ficando ás escuras entre as 20:17h e as 20:31h. Nesse meio tempo, o Boeing com 102 passageiros e 3 tripulantes era literalmente escoltado pelo OVNI a uma altitude de 3000 metros, e iniciava a sua descida final para o pouso no aeroporto.O capitão Polanco descreve:

"Quando estava-mos a 15 minutos do pouso, a cerca de 64 km de distância, a torre autorizou a aproximação por instrumentos. Descemos então de 12000 para 3000 metros, e fomos avisados sobre o blackout, quando nos pediram para aguardar a autorização para a descida final. Quando iniciamos a manobra percebi uma luz branca em curso de colisão connosco, e que parou a cerca de 100 metros de distância. Quando iniciamos a descida, o OVNI fez uma curva estranha e acompanhou-nos, mantendo a distância dos 100 metros..."

Os instrumentos do 727 não sofreram interferência, mas Polanco afirma que o OVNI mudou de cor, exibindo duas luzes nas suas extremidades e uma laranja no centro, aparentando ter o tamanho de um avião de passageiros.



. O CASO TEVE GRANDE REPERCUSSÃO NA IMPRENSA

. O capitão Polanco detectou a aeronave da Gendarmeria a cerca de 600 metros de distância, enquanto ele seguia na sua aproximação ao aeroporto. Contudo, já com a pista de pouso á vista, as luzes desta piscaram, fazendo com que o piloto arremetesse para novamente subir a 3000 metros. A torre informou então que os seus instrumentos tinham falhado, e que o OVNI também subiu a uma velocidade impressionante logo a seguir que o 727, aguardando-o á mesma altitude. Após alguns minutos o voo 674 obteve nova permissão de pousar, e Polanco recorda-se que quando o seu avião já estava no solo ainda observou o OVNI a subir a grande velocidade. O comandante diz que o piloto do avião da Gendarmeria acompanhou o OVNI até desaparecer na região de Cerro Otto. O capitão Polanco dirigiu-se para a torre quando encontrou o major Jorge Luís Oviedo, que estava no centro de controle e afirmou não conseguir acreditar no que havia visto.
O Cheyenne da Gendarmeria era pilotado por Rubén Cipazyk e trazia ainda o comandante Joan Domingo Gantán. Este afirmou:

"A cerca de 300 metros sobre o lago Nahuel Huapi vimos uma luz amarelo-âmbar que aumentava e diminuía o seu brilho conforme voava ao longo da Cordilheira em alta velocidade"

Cipazuk entrou em contato pelo rádio com o capitão Polanco durante o avistamento dizendo: "Estou a ver uma luz á sua direita e não sei o que é...mas está a segui-lo..."
Polanco completa: "O caso teve impacto considerável na imprensa de todo o mundo. Fui entrevistado até por especialistas da NASA. Foi o caso mais real, sólido e espetacular..."
Assista á reconstituição deste caso no vídeo abaixo!



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