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quarta-feira, 17 de junho de 2009

ALGUNS AVISTAMENTOS DE OSNIS


. Durante manobras navais efectuadas em 1963, ao largo de Porto Rico, pela US NAVY (Forças Navais dos E.U.A) para treino de detecção de submarinos, vários captaram ´´ecos``, através do ´´sonar``, e localizaram a presença insólita de um objecto submarino desconhecido que se deslocava próximo da zona de manobras, a uma velocidade de 150 nós, equivalente a 277 km/h. Sendo de 87 km/h a velocidade máxima que tinha sido atingida, até então, por submarinos nucleares, o engenho misterioso movia-se quase quatro vezes mais rapidamente.
Durante quatro dias o Osni descreveu círculos em torno da esquadra a uma profundidade de 8235 metros, muito maior que o recorde de imersão conseguido, em 12/11/1967, pelo submarino Aluminaut da US NAVY, que foi de 1906 metros.

. 20 de Julho de 1967, Oceano Atlântico, a 120 milhas frente ao Cabo de Santa Marta, Brasil.
O capitão Julian Lucas Ardanza e os oficiais Jorge Montontoya e Carlos Lasca, do vapor argentino Naviero, viram um objecto brilhante com forma de um charuto e com uns 35 metros de comprimento. Emitia um forte clarão azul e branco e não fazia o menor ruído. Seguiu o navio durante 15 minutos, depois mergulhou bruscamente no mar, passou por baixo do navio e desapareceu rapidamente nas profundezas do oceano a grande velocidade. Ao afastar-se brilhava intensamente sob a água.

. 22 de Novembro de 1974, Ilha da Madeira.
Verdadeiro pânico se estabeleceu entre as 18:30 e as 19:20h. O denso céu madeirense várias vezes se encheu de vivíssimos e inexplicáveis clarões que saíam do mar. Toda a ilha viu, mas não se sabe o que foi. Apenas se sabe, que milhares de pessoas viram, que do mar intensos clarões luminosos corriam para o céu até desaparecerem lentamente a grande altitude. Ao jornal de notícias do Funchal, chegaram diversas descrições :
«...do mar erguia-se um raio azul com outro paralelo de menor comprimento, e surgiu uma bola gigantesca de fogo que, entretanto tinha um rasto e parecia um cometa. Depois vereficou-se o ampliar do anel inicial que tomava proporções indescritíveis calculando-se o diâmetro em milhares de quilómetros ».
«...sugeria-nos uma lua cheia que se foi expandindo para nunca mais acabar e sobre nós viesse a cair. Com esse crescendo de intensidade nem por isso o gigantesco disco perdia a sua luminosidade, que ora parecia amarelada para logo se transformar em vermelhão, numa amálgama de tons. Imagine-se uma peça pirótécnica que surge no negrume da noite a abrir-se em bouquet. Era isso ampliado milhões de vezes ».

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