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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

OSNIs - OBJECTOS SUBMARINOS NÃO IDENTIFICADOS EM PORTUGAL


. Portugal não é excepção no que diz respeito aos OSNIs -(Objectos Submarinos Não Identificados). Por isso, irei abordar alguns casos interessantes ocorridos no país:



. 2 de Novembro de 1973, Vila Real de Santo António, Portugal.

. João Salas era um velho lobo do mar experimentado num sem número de peripécias que acontecem diariamente, a quem anda na pesca. Mas um dia, algo de estranho aconteceu. O caso passou-se quando João seguia na sua traineira em pleno mar, em direcção a sul.
A dado momento, notou a presença de 3 objectos luminosos que pairavam no ar, seguindo o rasto da traineira. Pouco tempo depois, 2 desses estranhos objectos abandonaram a formação e aproximaram-se mais do barco, como se tentassem um voo de observação mais pormenorizado. Tinham uma cor laranja-vivo, e pareciam duas Luas cheias. Um deles pairou muito perto do barco, tão próximo que João não resistiu á tentação de lhe apontar a luz de um dos projectores de bordo, o que levou o objecto voador a afastar-se, sem no entanto, deixar de o acompanhar por mais de 2 h . Os objectos também foram avistados pelo motorista da embarcação, Fernando Félix, que os viu a afastarem-se sem o mínimo ruído.


. 19 de Outubro de 1976, Praia da Fortaleza de Sant' Iago do Outão, Setubal, Portugal.

. Dois pescadores, José Pinto e José Mascaranhas, observaram por volta das 02:10h da madrugada, na direcção poente-nascente, 6 luzes cor de laranja muito nítidas e de grande intensidade. Á medida que se aproximavam, as testemunhas conseguiram perceber que aquelas luzes eram de sinalização de um objecto de forma oval. Duas na parte de cima, duas ao meio e duas na parte de baixo. O objecto que á distância das testemunhas aparentava ter 10 metros de diâmetro, apresentava-se como um vulto escuro, totalmente silencioso e com uma luz vermelha no topo. Assustadas, as testemunhas saíram do local, mas ainda conseguiram observar o objecto, que neste momento deitava algumas faíscas, voando nas suas estimativas a 10km por hora.
Quando finalmente o objecto se encontrava perto de Troia, mudou da cor laranja para uma cor avermelhada, deixando o céu em seu redor com uma tonalidade semelhante. Subitamente fez um movimento em forma de «Z» desaparecendo a alta velocidade.


. 7 de Fevereiro de 1977, 21:00h, Afife, Portugal.

. O Sr. Zeferino Vieira da Silva, funcionário de seguros, ficou muito perturbado pelo facto de quando se encontrava na praia de Afife com a sua esposa, ter presenciado juntamente com outras pessoas, um fenómeno verdadeiramente insólito.
Quando se encontravam dentro do seu carro frente ao mar, ele e outras pessoas avistaram a baixa altitude e muito perto de terra, um grande clarão, que apresentava um brilho muito intenso, pairando a uma altura de cerca de 200 metros. Então, decidiu deslocar-se em direcção ao objecto para averiguar do que se tratava. Mas nesse momento este recuou sobre o mar para longe, voltando aproximar-se junto á praia, quando Vieira da Silva desligou os faróis do carro. Nesse momento todos ficaram aterrorizados com a intensidade de luz que o objecto voador emitia. Passados alguns instantes, e com uma velocidade fantástica, o objecto recuou até ao horizonte, desaparecendo da vista das testemunhas.


. Julho de 1980, Rio Sado, Setúbal, Portugal.

. Pedro Salgado de 11 anos, passava férias com a sua família no parque de Setúbal, perto da Serra da Arrábida. Pedro brincava com um amigo ao anoitecer, na zona do parque conhecida entre os campistas como; Bar do Tainha. O referido bar era composto por um espaço principal e uma esplanada e por um gradeamento que separava o Rio Sado das mesas e cadeiras que constituíam o terraço propriamente dito.
Passavam poucos minutos das 21:00h, altura em que a atenção dos dois amigos é desviada para um objecto que se encontrava acima do mar, a cerca de 300 metros da esplanada em que se encontravam. O objecto tinha a forma de uma estrela do mar, de cor púrpura, quase transparente, mas sem contornos mecânicos. O aparelho seguia uma trajectória descendente e controlada, não emitia nenhum ruído e a velocidade manteve-se constante e baixa, o que o levaria até ao fundo do mar. Quando o estranho corpo mergulhou no Rio Sado, Pedro e o amigo correram para o gradeamento, na esperança de ver alguma luz na água, mas apenas se podia ver o suave movimento das ondas. Curiosamente, nenhuma das pessoas presentes na esplanada presenciaram o fenómeno. Elas conversavam, bebiam, fumavam e nem comentaram o aparecimento do objecto. Esse período de cerca de 50 segundos é descrito pelo jovem campista como "uma espécie de estado de hipnotismo", era como se fosse invisível aos olhos das outras pessoas.

. Julho de 2002, Outão, Setúbal, Portugal.

. Numa madrugada do mês de Julho de 2002, cerca das 02:00h da manhã, Carlos e Pedro Coelho, pai e filho, decidiram deslocar-se á fortaleza do séc. XIV, situada na localidade de Outão, concelho de Setúbal, para uma pescaria nocturna. O local é frequentado por pescadores que se refugiam naquela zona sossegada, aproveitando para descontrair e relaxar, enquanto observam a magnífica foz do Rio Sado, onde se tiverem sorte, podem ainda observarem golfinhos.´Porem, nessa noite, a pequena praia encontrava-se deserta. Pai e filho preparam as suas canas de pesca para um momento de lazer e sentam-se perto do mar a conversar.
Por volta das 01:45h, ambos observaram dentro do mar, a cerca de 15 metros da costa, uma luz com cerca de dois palmos de diâmetro, e muito perto da superfície. A luz parecia ser uma massa luminosa circular, de cor verde florescente, uniforme e com um foco de luz que apenas iluminava num sentido ascendente, em direcção á superfície. Subitamente, a luz começou a deslocar-se em linha recta, a uma velocidade moderada, até ter ficado estacionária a cerca de 3 metros da costa. Estupefactos com o que estavam a observar, Pedro decidiu apontar na direcção da luz o foco da sua lanterna que trazia consigo. Ao fazê-lo, puderam constatar que por detrás da luz e a alguns metros dela, encontrava-se um grande turbilhão na água, também circular mas consideravelmente maior que a luz, e que deu ás testemunhas a sensação que algo estava prestes a emergir da água. Assustados e desejosos de alguma distância da luz, abandonaram a praia através das rochas e subiram para um miradouro da fortaleza que existia mais acima. Aí puderam observar que o turbilhão tinha desaparecido e que a luz começava afastar-se, em linha recta na direcção do oceano. Neste momento, Carlos Coelho decide acender um "verylight" pequeno, dos que se costumam colocar na ponta da cana para durante a noite ver o peixe morder. Apontou-o na direcção da luz e realizou diversos movimentos com ele. Como que respondendo, o objecto voltou a regressar na sua direcção, posicionando-se á sua frente e começando a acender e apagar, não numa sessão regular, mas sim irregular, sem padrão aparente, numa sequência que as testemunhas descreveram como, semelhante ao código Morse. Esta interacção com a luz durou sensivelmente 30 minutos, e Carlos desenhou com a luz do verylight que deixa rasto, figuras geométricas e números. Foi todavia quando Carlos realizou um movimento errático com o verylight, que a luz começou a mudar de cor, passando do verde para o amarelo, para o laranja e depois para um vermelho muito intenso. Nesse momento ouvem um estrondo como de trovoada seca, Pedro vira-se para trás e vê na direcção da Serra da Arrábida, um clarão ou relâmpago branco que o cegou temporariamente, tendo nessa altura o céu adquirido uma tonalidade vermelho eléctrico, que depois se dissipou. Após este fenómeno a luz retomou a sua tonalidade original.
Assustados e com a sensação de que a luz não teria gostado desta interacção, decidiram ir-se embora não tendo observado o seu desaparecimento, que seguia rumo ao mar alto.

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. O caso foi investigado e divulgado no jornal da noite, no canal da SIC.


. 25 de Julho de 2006, Praia de Agudela, Matosinhos, Portugal.

. Manuel Ramos, artista plástico, tinha resolvido dar um passeio com os seus cães, pela praia de Agudela á noite. A dado momento, reparou que os seus cães ficaram assustados e um deles começou a ladrar. Quando tentava perceber o que se passava com eles, e ao olhar na direcção do mar, viu algo muito estranho. Viu uma espécie de cubo ou placa quadrada, cuja textura aparente lhe fez lembrar mármore de cor amarelada. Aquilo estava como que a flutuar na horizontal por cima da linha da areia. A seguir recorda-se que o objecto começou a elevar-se de um dos lados, até ficar na posição vertical. Depois, só se recorda de uma enorme explosão de luz branca.
Manuel Ramos perdera a noção do tempo, ficou numa espécie de "transe hipnótico", não se recordando do que aconteceu a seguir. Quando recuperou a consciência momentos depois, reparou que no seu telemóvel, existiam três fotos do estranho objecto e do momento da explosão.
Isto faz-nos lembrar os casos de abdução. Existe um espaço de 1 minuto de intervalo entre cada foto, mas não se lembra de nada. Mais tarde, o Sr. Manuel contactou a Força Aérea que disse estar interessada em analisar as imagens.
Teria ele sido abduzido, sendo-lhe apagada da memória esses instantes?

. Foto do objecto em forma de cubo, o fundo azul é o mar.

. O momento da explosão de luz.

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. A testemunha foi entrevistada, e o caso foi divulgado no noticiário do canal da TVI
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1 comentário:

  1. Em relação a este último caso, lembro-me que na altura ele foi muito debatido na APOVNI e da discussão surgida começaram a aparecer muitas incongruências.
    Especialmente, levantou-se a desconfiança pelo facto de mais ninguém ter visto o fenómeno. Sendo a noite do avistamento uma noite de verão que nesse mês teve temperaturas médias da ordem dos 22ºC, seria de esperar algumas pessoas a passear nessa zona.
    Na praia onde se deu o acontecimento, por acaso, o autor das fotos ia inaugurar um bar nessa praia, nessa semana.

    Golpe publicitário?
    Só falo na presença do meu advogado.

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